sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Gastronomia Carioca

A comida Carioca nasce tendo como mãe e pai, os portugueses, assim como nosso maior patrimônio culinário, que não é nenhum quitute, mas este lugar de exercício do ser carioca chamado Botequim.

Feijão Maravilha
O feijão preto é o melhor amigo do carioca, mesmo sendo o feijão carioquinha marrom e quase nunca consumido nos lares do Rio. Desta leguminosa é que surge o símbolo culinário maior do Rio. A feijoada, segundo a lenda, se origina com os escravos que recebiam as partes menos nobres e misturavam ao feijão para comer. Na verdade neste caso é lenda mesmo, pois sua origem é muito mais Européia, pois veio do modo de preparo das favas portuguesas e do cassoulet que nada mais é que uma feijoada francesa. Uma dose de cachaça e um pouco de suco de laranja ajudam a equilibrar a gordura e dar um toque de acidez.


Comida de Botequim
Bolinho de bacalhau, empada e bolinho de aipim: a trindade clássica de qualquer botequim que se preze. Estes três personagens junto com a cerveja gelada faz a alma carioca. Mas a comida de botequim não se resume à tríade, ganhando com o tempo uma grande variedade de outros petiscos espalhados por todos os bairros da cidade de sardinhas fritas a pastéis.



Cosmopolitismo
O cosmopolismo de capital colonial, imperial e republicana também deixou marcas na culinária da cidade.
A sopa Leão Veloso, leva o nome de um famoso diplomata que certa vez invadiu a cozinha de um restaurante para fazer esta bouillabaisse carioca, alguns dizem que o restaurante era o Rio Minho, outros o Cabaça.
Outro diplomata tem seu nome registrado na gastronomia carioca. Oswaldo Aranha, freqüentava o “Senadinho” como era conhecido o restaurante Cosmopolita e pedia sempre seu filé alto com alho fatiado frito e batatas portuguesas.

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